Treinamento melhora os níveis de produtividade

Para a empresária Sônia Moura, a alimentação saudável é o primeiro passo para o bom desempenho dos funcionários.

Na gráfica de Danilo Garcia, de repente os funcionários param de trabalhar no meio do expediente: o projetista, o operador de máquina e a moça da limpeza. Um a um, eles deixam os postos de trabalho e caminham. Alguns funcionários sentam numa cadeira para serem massageados. Outros assumem posições de ioga no meio da fábrica e ficam imóveis por longos minutos.

“Aos poucos a gente vai relaxando, se desligando, indo para uma outra dimensão”, conta Alessandra Gonçalves, assistente de orçamento.

Enquanto isso, um outro grupo faz ginástica. Tudo isso acontece uma vez por semana, durante 20 minutos. As atividades são organizadas pela empresa e têm um objetivo: gerar bem estar nos funcionários.

Mas nada disso é à toa. Na verdade, essa ginástica faz parte de uma estratégia da empresa para aumentar os lucros. Desde que o chamado Programa de Qualidade de Vida foi implantado, há um ano e meio, a produtividade na fábrica aumentou 20%.

Para Danilo Garcia, investir no bem estar dos funcionários foi a maneira de ganhar competitividade no mercado.

“Na verdade, a diferença está nas pessoas, na gestão dos funcionários, na integração e no trabalho em equipe”, opina.

Para promover o bem-estar dos 110 funcionários da empresa, ele investe R$ 2,5 mil por mês. O empresário contratou o especialista Joel Júnior, para desenvolver as atividades.

“As empresas estão ficando cada vez mais conscientes do seguinte: a medida em que elas investem no funcionário, o retorno dele para o trabalho será muito grande”, garante Joel.

Para o presidente da Associação Brasileira de Qualidade de Vida, Alberto Ogata, esse é um mercado que cresce cada vez mais. Para ele, as empresas já perceberam que o fator humano é o grande diferencial de mercado hoje em dia.

“Funcionários que têm saúde, bem-estar e qualidade de vida produzem mais, faltam menos ao trabalho, têm menos acidentes. Eles vestem realmente a camisa da empresa. Então isso reverte em resultado para a própria corporação”, afirma Alberto Ogata.

Já a empresa de Sônia Moura seleciona oportunidades para interessados em participar de licitações públicas, os funcionários acompanham os diários oficiais e avisam quando há licitações nos segmentos em que elas estão interessadas. No local, o bem-estar começa com a alimentação. Pela manhã, os funcionários são recebidos com um café da manhã completo. O serviço continua no almoço e o cardápio só se repete a cada 60 dias.

“É muito saudável, diversificado e principalmente caprichado, que é o mais importante”, elogia Rafael Felipe, gerente de vendas.

E como se não bastasse, os funcionários têm frutas à disposição o dia inteiro.

“Além de matar a nossa fome, nos deixa mais saudável e disposto para trabalhar”, diz Daniel Alves, operador de dados.

E ainda um lanchinho é servido na mesa de trabalho toda tarde.

Há cinco anos, a empresária Sônia Moura começou a investir no bem-estar no trabalho. Para ela, a alimentação saudável é o primeiro passo para o bom desempenho dos funcionários.

“É muito importante que eles tenham uma refeição balanceada. Isso faz com que eles rendam mais, possam atender melhor o cliente, estejam sempre sorridentes e brincando”, afirma Sônia.

A empresária gasta R$ 100 por mês com cada funcionário para oferecer as refeições e os lanches. Mas, de acordo com Sônia, o investimento compensa.

“No mundo competitivo de hoje, onde tudo é muito acelerado, a diferença é exatamente esse estado de espírito, essa alegria de servir que tem o nosso funcionário”.

Segundo a empresária, hoje os funcionários trabalham mais rápido e melhor. Eles fazem mais de 80 mil registros de licitações por mês e atendem cerca de oito mil ligações mensais.

“Você tem um rendimento muito maior dos funcionários, que acaba levando a uma maior produtividade também”, confirma Marcelo Mello, diretor de projetos.

O faturamento da empresa cresce 25% ao ano. Satisfeita com os resultados, Sônia quer construir um novo espaço para os funcionários. Enquanto a construção não fica pronta, ela aluga uma quadra de futebol para o pessoal se exercitar, depois do expediente.

“É bom para manter a forma. Não pode parar ou vou engordar”, brinca Robson Mautone, auxiliar administrativo.

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

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